“Fotografar é colocar na mesma linha de mira a cabeça, o olho e o coração”. – Henri Cartier-Bresson
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Quando já não havia outra tinta no mundo o poeta usou do seu próprio sangue. Não dispondo de papel, ele escreveu no próprio corpo. Assim, nasceu a voz, o rio em si mesmo ancorado. Como o sangue: sem voz nem nascente.